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	<title>Gambiarra! &#187; c64</title>
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		<title>Impressora robotizada.</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Aug 2007 00:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sturaro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 1982 uma impressora certamente custava uma pequena fortuna, sendo algo inacessível aos meros mortais. Então porque não criar uma &#8220;interface&#8221; para utilizar uma maquina de escrever eletro-mecânica? Veja abaixo:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1982 uma impressora certamente custava uma pequena fortuna, sendo algo inacessível aos meros mortais. Então porque não criar uma &#8220;interface&#8221; para utilizar uma maquina de escrever eletro-mecânica?</p>
<p>Veja abaixo:</p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4_WfQoKRlxE"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/4_WfQoKRlxE" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
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		<title>xu1541: Conecte o drive de um C=64 na USB</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jul 2007 19:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>acidx</dc:creator>
				<category><![CDATA[adaptadores]]></category>
		<category><![CDATA[avr]]></category>
		<category><![CDATA[c64]]></category>

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		<description><![CDATA[O Commodore 64 não foi vendido no Brasil. No entanto, foi um micro bastante comum até mesmo em países aqui da América Latina, como a Argentina ou Chile. Em outros países norte-americanos ou europeus, dizem ser que foi o computador pessoal mais vendido de todos os tempos. De qualquer forma, mesmo não estando disponível aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gambiarra.tia.mat.br/wp-content/uploads/2007/07/schema.gif" title="schema.gif"><img src="http://gambiarra.tia.mat.br/wp-content/uploads/2007/07/schema.gif" alt="schema.gif" align="right" height="82" width="316" /></a>O Commodore 64 não foi vendido no Brasil. No entanto, foi um micro bastante comum até mesmo em países aqui da América Latina, como a Argentina ou Chile. Em outros países norte-americanos ou europeus, dizem ser que foi o computador pessoal mais vendido de todos os tempos. De qualquer forma, mesmo não estando disponível aqui no Brasil, algumas pessoas o importaram à época ou recentemente, a título de coleção e curiosidade.</p>
<p>Um dos maiores problemas, entretanto, é que o formato do disco é proprietário. Mas o drive é bem interessante: é praticamente um computador por si só, com processador e memória RAM. Recebe as requisições do computador via interface serial, faz a leitura do disco e avisa o computador quando ele pode obter as informações. Interessante, embora de implementação lenta.</p>
<p>Por utilizar formatação proprietária no disco, estes não podem ser lidos em PC, salvo hardware adicional (hoje difíceis de serem encontrados). Soluções para o problema existem várias. Cabos que simulam um drive e que usam um PC como um drive é uma delas.</p>
<p><a href="http://gambiarra.tia.mat.br/wp-content/uploads/2007/07/photo.jpg" title="photo.jpg"><img src="http://gambiarra.tia.mat.br/wp-content/uploads/2007/07/photo.thumbnail.jpg" alt="photo.jpg" align="left" /></a><a href="http://www.harbaum.org/till/xu1541/index.shtml">A outra é utilizar a interface &#8220;xu1541&#8243;, que permite ligar o drive original da Commodore em uma máquina recente, com porta USB</a>. Ainda não suporta todos os modos de funcionamento do disco, mas interfaces seriais RS-232 e paralelas estão cada vez mais escassas &#8212; esta pode, então, ser a solução definitiva para quem possui tal computador. Esta interface é completamente aberta: todo o esquemático, &#8220;chapeado&#8221;, firmware para o AVR e software para o PC podem ser obtidos de graça do site do autor do projeto.</p>
]]></content:encoded>
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