Pen-drives indestrutíveis
Com pendrive virando carne de vaca, e, portanto, sendo mais descartáveis do que nunca, é sempre bom ter uma fresadora por perto. Bom, pelo menos é o que acha Russel Jones. Veja a carcaça feita de alumínio feita por ele.
Com pendrive virando carne de vaca, e, portanto, sendo mais descartáveis do que nunca, é sempre bom ter uma fresadora por perto. Bom, pelo menos é o que acha Russel Jones. Veja a carcaça feita de alumínio feita por ele.
Dobrar camiseta é um saco, e falta de o que fazer é uma m*, mas junte as duas coisas a alguam coisa de util acaba saindo, como por exemplo a fabulosa “maquina de dobrar camisetas”:
VideoJug: How To Make A T-Shirt Folding Machine
Definitivamente, falta do que fazer é um perigo!
Meu notebook possui saída para televisão. Mas meu aparelho não possui entrada S-Video. Por sorte, é muito simples fazer um adaptador: dois conectores (um RCA e um conector S-Video), e um capacitor. E, claro, 15 minutos de seu tempo. Veja como fazer nessa página do ePanorama.
Se você coleciona ou utiliza microcomputadores “clássicos”, certamente já sabe que o ZX Spectrum, clonado aqui no Brasil pela Microdigital e vendido como TK90X e TK95, possuem teclados com conectores frágeis, que já eram problemáticos no seu lançamento. Imagine 20 anos depois!
Por causa desse problema, Droy resolveu projetar um adaptador de teclado de PC (PS/2) para Spectrum. Utilizando um já obsoleto 16F84 (é possível trocá-lo por um 16F628) e lógica adicional para interfaceamento com o bus do computador, o adaptador ficou um pouco grande, mas, diz o autor, perfeitamente funcional.
O Cubo de Rubik, ou Cubo Mágico, foi febre nos anos 80. Eram caros, mas hoje você os encontra por R$1,00 em lojinhas por aí. São de qualidade duvidosa e provavelmente quebrarão antes que consiga resolver o quebra-cabeças. Uma idéia simples, porém interessante — pelo apelo visual e aparência “diferente”, é mostrado neste artigo no Instructables.
O autor do tutorial utilizou dados de seis faces, translúcidos, 30 deles. Com algumas furações nos ímãs, imãs fortes e cola epoxy, o Cubo de Rubik Magnético foi concebido.
Embora a capacidade dos microcontroladores esteja crescendo assustadoramente, ainda há a necessidade de interfaceamento com dispositivos externos. Controladores de rede, memórias, decodificadores MP3, receptores GPS. Obviamente, escrever drivers para todos estes dispositivos é um tanto demorado e de certa forma inútil, pois isso já foi feito e disponibilizado de graça na Internet.
A Procyon “AVRLib” engloba códigos em várias categorias:
Tudo documentado e fácil de usar, o código é bem escrito e enxuto, e é distribuído sob a licença GNU GPL.
Ninguém nega que o osciloscópio é um instrumento essencial para qualquer um que trabalhe cheirando estanho. Mas, dado o elevado custo, é luxo até mesmo para técnicos. Por causa disso, muitos decidem montar seus próprios equipamentos. E não é de hoje: artigos de revista de 30 anos atrás mostravam como modificar uma televisão para funcionar como um.
Hoje eu não sei até que ponto um trabalho arriscado desses valeria a pena, com a popularização dos microcontroladores. Com cada vez mais funcionalidades por preços mais atraentes, hobbystas do mundo todo têm desenvolvido toda sorte de equipamentos, brinquedos e dispositivos. Obviamente os osciloscópios não ficam de fora.
Ronald Dekker desenvolveu o µSCOPE, um osciloscópio baseado num PIC 12F675. Pequeno, como diz o nome, o dispositivo é capaz de gerar, via software, sinal de vídeo para ser observado em uma televisão comum. Isso só foi possível com overclock do microcontrolador. Para os esquemáticos e explicações, veja o site.
Existem outros osciloscópios por aí. O µSCOPE talvez seja o mais simples deles.